quarta-feira, 16 de novembro de 2016
sábado, 20 de setembro de 2014
Agora que está confirmado que vou ser avó de uma menina....
.... já posso publicar a minha primeira roupinha feita a preceito para a Sara, que deve chegar entre fins de Janeiro e inícios de Fevereiro!
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Fukuoka - Japão...... no encalço da Vera!
Pois é, mais cedo do que contava, apareceu a oportunidade de irmos ao Japão com o Valter e Alina, fazer uma visita à Vera e aproveitar ao mesmo tempo para visitar um pouco o país.
Fomos a 26 de Março e voltámos a 15/16 de Abril. Gostei muito da cidade onde vive a Vera, Fukuoka e a ilha em que ela está colocada, pois também foi a que visitámos mais. O Japão é super desenvolvido, tudo ordenado, limpo, pequeno e grande ao mesmo tempo!... Por ex. casas minúsculas, cafés e restaurantes apinhados de gente e grande parte deles com mesas curtas e sentados no chão.... ahahahah o que me ri, e o Jó que não conseguia sentar-se no chão e punha 3 ou 4 almofadas umas em cima das outras!.... Há cabines próprias na rua para os fumadores, ou seja, na rua ninguém pode fumar! já dentro dos restaurantes fumam à vontade... (ambiguidades!). As estações de caminho de ferro e metro são autênticas cidades debaixo de terra, com ruas empedradas a perder de vista, lojas e mais lojas, centros comerciais sem fim.... Um dos meios de transporte mais usados principalmente na cidade de Fukuoka são as bicicletas, é um corropio de bicicletas e gente a andar nos passeios e a passar nas passadeiras! Os super mercados vendem toda a espécie de comida (sushi e não só ) embaladas e prontas a comer. Gostei de tudo um pouco, mas saliento o Vulcão Aso e os seus arredores, onde estivemos hospedados e tomámos daqueles banhos de água quente (70º) que foram um maravilha... e o mais engraçado?!... entramos para a zona dos banhos quentes, e estando no balneário, despimo-nos todas, nuas completamente, em frente de quem estiver, e vamos para um banquinho que tem em frente uma torneira e sabonete para nos lavarmos, antes de entrar na dita banheira de água quente!... É claro que é só senhoras, os homens são noutro compartimento separado, mas mesmo assim, quando me explicaram como era e cheguei ao local, ainda pensei: Naaaa.... não me parece que me vá despir aqui em frente de quem está, mas foi só um bocadito com este pensamento, pois entrando e vendo que toda a gente estava a fazer isso, nem pensei mais, entrei no esquema e lá fui eu pros banhos de água quente! Demais!.... ai que delícia!... É mesmo bom e engraçado ao mesmo tempo. Culturas que não têm nada a ver connosco mas a que nos adaptamos fàcilmente. Por isso a Vera gosta tanto de lá. Amei a ilha de Miyajima... o mais giro foi descer aquele morro enorme... passados 3 dias ainda me doíam as pernas. Mas todos os outros locais onde fomos foram especiais e com muitos encantos. O Japão é mesmo um país giro e com história, gostei imenso de ir a Hiroshima e ao Museu, pois sente-se o horrível que deve ter sido aquela bomba a eliminar tudo o que existia, a deixar apenas esqueletos e pó.... horrível, mas muito emocionante!...
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Retomar publicações para memorizar...
... Após mais uma temporada sem qualquer publicação, vou agora, e porque se iniciou um novo ano, retomar as minhas escritas para que perdurem na memória de quem as quiser ler, incluindo eu própria, que gosto de recordar o que já passou...
Depois que a Vera e Valter com Alina retomaram os seus destinos, e com o verão quase a terminar (estendeu-se ainda por bastante tempo), ainda fiz uns diazinhos ótimos de praia, sozinha... (pois como diz o ditado: mais vale só, que mal acompanhada...) mas que me fizeram imensamente bem... até aos meus ossos, que começam a ficar doridos pelo PDI...
Para celebrar os nossos 34 anos de casamento fomos um fim de semana de Outubro até à Costa Vicentina. Ficámos uma noite em Vila Nova de Mil Fontes.Gostámos muito daquela zona da nossa costa.
Logo a seguir, as minhas cunhadas insistiram tanto para irmos também com elas conhecer os primos que estão no Brasil e não conhecem, que após contactos efectuados, resolvemos aproveitar a oportunidade e ir, pois não sabemos se voltamos a ter outra...
E assim rumámos ao Rio de Janeiro a 10 de Novembro. Conhecemos os primos Luiz, Lena, Ana Maria, Fátima e Paulo Rosa e suas famílias. Gostámos muito de todos eles, especialmente aqueles que nos acolheram nas suas casas e que dispuseram muito do seu tempo para nos poderem levar a conhecer alguns dos sítios mais bonitos do Rio de Janeiro. No geral, não posso dizer que o Rio é fascinante, pois tem muita coisa que não é tão boa e bonita (como os próprios brasileiros sabem...) mas gostei muito de conhecer, embora tenha sido só uma pequenina parte desse imenso país... Passeios fascinantes foram: ao Corcovado, Lagoa Ribeiro de Freitas, Morro da Urca e Pão de Açúcar (vista linda de morrer...).
Por esta mesma altura fui chamada para uma Formação sobre Turismo. Gostei muito de a fazer e dos conhecimentos e partilha com os colegas que entretanto conheci. Só tive pena de não me darem a certificação da frequência do curso, por ter faltado mais que os dias previstos (os dias em que fomos ao Brasil, pois já estava marcado!).
O Natal foi passado na Foz, na casa da Isabel, minha cunhada. O fim de Ano, fomos passar a Fátima (uma experiência nova!) com os amigos Teresa e Rogério. No dia de ano Novo o tempo esteve muito mau, com chuva e muito vento e viemos embora mais cedo do que eu pretendia.
Nota: A publicação esteve suspensa por não a ter terminado antes. Concluída...
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
2013 vai a meio... e mais uma série de coisas se passaram!
Em Outubro 2012 fomos fazer um passeio (comemorar os 33 anos de casamento, eu e o Jó) com o Valter e Alina que entretanto deixaram Bruxelas e vieram para PT onde o Valter vai trabalhar no Parque das Nações. Fomos ao Alentejo, passámos no Alqueva e rumámos a Espanha, Sevilha. Aí encontrámo-nos com o Emanuel e a Larissa e andámos de visita e passeio por ali, o que foi muito giro. Gostei muito. Na volta ainda passámos pelo Algarve, revimos a Manta Rota onde em pequenos a Vera e Valter costumavam passar férias com os avós.
Em fins de 2012, e depois de passarmos o Natal com a Vera, que veio do Japão, fomos passar o fim do ano à Roménia pois o Valter e Alina iam casar pelo civil e fazer o noivado na igreja ortodoxa de lá. Foi muito giro, tanto as cerimónias, como a festa e a passagem de ano que fizemos nas montanhas, também com a Niculina (mãe da Alina) e com imensa neve. Lindo mesmo! Nunca tinha passado um fim de ano assim, no meio da neve e gelo!
Entretanto a 27 de Julho realizou-se o casamento do Valter e Alina, na igreja ortodoxa, e que foi na Foz do Arelho, na capela da Quinta da Foz. O copo de água foi na Quinta das Acácias em Rio Maior, muito gira e com um jardim agradável. A Vera voltou para Fukuoka em 5 de Agosto. Os pais da Alina e mais alguns amigos e primos vieram para o casamento e ficaram alojados cá em casa por uma semana.
Nota: Este texto não chegou a ser publicado na data, tendo ficado como rascunho. Só agora acabei de o editar e por isso publico, com as fotos anexas...
domingo, 19 de agosto de 2012
Novas dos últimos meses...
quinta-feira, 7 de junho de 2012
derrotar montanhas: prece dos dias que crescem
Muito bonita esta oração. Obrigada Pe. Rui por a partilhar no seu Blogg. Já a partilhei também, acho que coisas belas devem ser repartidas e partilhadas, pois as más, já andam muito por aí!...
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
E o tempo vai passando....
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
E a Vera partiu para o Japão...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Mais algumas das nossas visitas este verão....
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Em fins de Junho tivemos a visita da Linda e da Clarissa.....
visita à Europa, incluindo Portugal. Estiveram cerca de uma semana cá em casa, interrompida por uma ida ao S.João no Porto (que elas adoraram), e fizemos ainda um passeio com elas a Fátima, Batalha, Leiria, Nazaré e Óbidos, além de termos ido à praia e até terem assistido à nossa Procissão da lagoa. Foi giro estar com elas. São simpáticas, e muito
. Elas falam espanhol, Francês e Inglês pelo que foi fácil entendermo-nos. A Linda veio cá a 1ª vez em 2006 e conhecêmo-la nessa altura. Mais tarde, entre 2007/08 a Vera quando esteve em Boston, na USA, acabou por ir passear ao Canadá e estar na casa delas. Agora, foi a vez d´elas cá virem de férias e por isso as acolhemos uns dias cá em casa. Elas adoraram as minhas sopas e a comida em geral. São "bons garfos"... Gostei delas. sexta-feira, 29 de abril de 2011
Estatística - Censos - concluída dentro do prazo mas...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Estatisticamente trabalhando....
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Ultimamente, alguns trabalhos.....
sábado, 29 de janeiro de 2011
"Angola, terra prometida" escrito por Ana Sofia Fonseca
“Angola, terra prometida” por Ana Sofia Fonseca
Introdução
Uma época é um lugar de (des)encontros. Tem espaço, tempo, gente dentro. Homens e mulheres. Personagens de um mundo que acabou, trazem Angola presa à alma. Cada um tem a sua história, juntas revelam o retrato de um período que ainda é uma noite escura. Desperta amores e ódios, guarda mistérios. É passado que marca presente, porque o mais e o menos pretérito não está inscrito no calendário, mas no interior de cada um.
Este livro é Angola. “Do tempo de antigamente”, quando Portugal era metrópole e esta apenas colónia. Fala dos anos cinquenta , sessenta e setenta – os mais intensos do colonialismo português. Tão festivos quanto violentos, brutais em todos os sentidos. Este livro traz o que faltava contar: a vida privada. Revive o dia-a-dia, episódios, usos e costumes. Modas, cenas de rotina. Está em casa, vai à rua. Caminha pela cidade, viaja pela mata. Este livro mostra a vida que os portugueses deixaram.
Do apogeu ao declínio, uma vertigem incontrolável. A década de cinquenta assiste à ida em massa dos colonos. Os anos sessenta são o epicentro de todas as mudanças: o começo da guerra, a euforia das festas, as nossas leis, o boom económico. Os anos setenta acenam adeus. Meio milhão de pessoas enfiadas na ponte aérea. Embarcam colonos, desembarcam retornados. Rótulo que lhes assenta como roupa demasiado apertada-muitos estavam em África há gerações, nunca tinham pisado Lisboa. Outros, tanto lá semearam vida, que por lá perderam raízes. Portugal não era a terra a que retornavam, mas aquela em que se refugiavam.
Esta é a história da véspera. De todos os dias anteriores, de todos os anos anteriores. Saudade é uma boa palavra, diz tudo. A baía de Luanda, os gelados do Baleizão, as praias de água quente, o cheiro da terra encarnada. O dinheiro, as amizades férreas, os criados de sobra. As mangas maduras, a rádio ousada, o sabonete Lux e o Life Buoy O dia quente de sol, a noite vestida de estrelas. O horizonte a perder de vista. A Cuca gelada, as festas de garagem, os slows. Os caricocos, o liceu, as lagostas, as costureiras de olho na Burda. Apanhar caranguejos, o primeiro amor. Manhãs a caçar elefantes, tardes a ouvir discos. A liberdade e a juventude. Os melhores anos.
Expressão curiosa, quase irónica. Salta da saudade de todos os que fizeram vida em Angola. Pronunciam-na com cuidado, num suspiro. Os melhores anos. Apesar de viverem paredes-meias com a guerra. Rodeados de gente sem acesso ao seu universo, tão perfeito quanto todas as redomas. A sua história é a da cidade do asfalto, fora dela fica a esmagadora maioria da população. É preciso tê-lo em conta, para não esquecer a dura realidade de milhões de pessoas. Para não reduzir Angola a um pedaço da sua verdade.
O mundo era outro. Os mapas e as mentalidades também. A minha geração é a primeira livre de amarras à ditadura e ao seu colonialismo. Cabe-lhe não cair em nostalgias, tão pouco em culpas por expiar. Olhar o passado à luz do seu contexto, sem saudosismos nem tabus. Falar de uma época não é fazer a sua apologia, é assumi-la.
Este é um trabalho jornalístico. Ao longo de dois anos, entrevistei mais de oitenta pessoas, entre Portugal e Angola. Muitas, então, chamadas colonos, algumas assimiladas; e outras, indígenas. Designações há muito abolidas. Foram, quase sempre, conversas longas, ultimadas no decorrer dos meses. Pedi-lhes as memórias, antes que o tempo as apagasse. Deram-me as biografias, os cheiros e as cores. O sal dos dias. São uma amostra da imensa multidão.
Muitos daqueles que deixaram Angola guardam o melhor da vida em fotografias amarelecidas. São angolanos, está-lhes no rosto, só não vê quem não quer. São angolanos de uma Angola que já não existe. De uma época, em que os outros angolanos não tinham nem as mesmas possibilidades, nem as mesmas alegrias. Mas um passado feliz é um grande amor. Como todos, tem muito de vivido e um tanto de sonhado. Assim, se as entrevistas foram ponto de partida e de chegada, pelo caminho somaram-se outras pesquisas. Nos arquivos descobri registos. Na imprensa, os sinais do tempo. Pedaços de uma época. Há gente nestas páginas.
domingo, 23 de janeiro de 2011
E para começo de Novo Ano.....
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Quero terminar de escrever neste Blog....
terça-feira, 14 de setembro de 2010
E tanta coisa já se passou....
Breve anexarei umas fotos que ainda vou ter que escolher..
P.S. Anexei finalmente 3 fotos ao lado. Muitas haveria a escolher, pois a beleza da ilha e das fotos não têm limites. Quem quiser e puder, não perca uma visita!!




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